Michael Phelps tornou-se nesta
semana o maior medalhista das Olimpíadas, incluindo até o período das
competições na Grécia Antiga. Apesar da façanha ter sido conquistada na última
terça-feira, Phelps não se acomodou e continuou perseguindo o seu primeiro ouro
individual em Londres. Agora, não falta nada. Hoje, o norte-americano deu um show nos 200m medley –
o nosso Thiago Pereira cansou no final e não conseguiu repetir o pódio dos 400m
medley –, desbancando o rival Ryan Lochte e voltou ao topo. Chegou ao 16º ouro
olímpico e, de quebra, tornou-se o primeiro tricampeão olímpico em uma prova da
natação. Assim é a vida de Phelps: vitória atrás de vitória, recorde atrás de
recorde, triunfo atrás de triunfo. A verdade é que Phelps chegou aonde nenhum
homem e nenhuma outra mulher chegou e dificilmente alguém voltará a chegar. Por
tudo que ele representa, seria ótimo se ele encarnasse um pouco mais o espírito
olímpico, sendo um pouco mais humilde e simpático. Seja como for, você pode até
não gostar de Michael Phelps, mas é impossível não respeitar Michael Phelps.
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