quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Façanha Olímpica

Michael Phelps tornou-se nesta semana o maior medalhista das Olimpíadas, incluindo até o período das competições na Grécia Antiga. Apesar da façanha ter sido conquistada na última terça-feira, Phelps não se acomodou e continuou perseguindo o seu primeiro ouro individual em Londres. Agora, não falta nada. Hoje, o  norte-americano deu um show nos 200m medley – o nosso Thiago Pereira cansou no final e não conseguiu repetir o pódio dos 400m medley –, desbancando o rival Ryan Lochte e voltou ao topo. Chegou ao 16º ouro olímpico e, de quebra, tornou-se o primeiro tricampeão olímpico em uma prova da natação. Assim é a vida de Phelps: vitória atrás de vitória, recorde atrás de recorde, triunfo atrás de triunfo. A verdade é que Phelps chegou aonde nenhum homem e nenhuma outra mulher chegou e dificilmente alguém voltará a chegar. Por tudo que ele representa, seria ótimo se ele encarnasse um pouco mais o espírito olímpico, sendo um pouco mais humilde e simpático. Seja como for, você pode até não gostar de Michael Phelps, mas é impossível não respeitar Michael Phelps.

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