quinta-feira, 21 de julho de 2011
Trânsito em Julgado
O antidoping flagrou, a CBDA advertiu, a FINA recorreu, o Cielo explicou, a Corte Arbitral acatou e a polêmica ACABOU!
domingo, 17 de julho de 2011
20 Horas Depois...
Ontem quando fui escrever o texto sobre a eliminação argentina da Copa América, algo me dizia para não me empolgar muito, afinal a tristeza deles, podia ser a nossa hoje. Dito e feito! Durante o tempo normal, acredito que o Brasil fez a sua melhor partida na competição, mas gol que é bom, nada. Tudo foi para os pênaltis e aí o inacreditável aconteceu: fomos eliminados sem acertar nenhuma das quatro tentativas. Cada vez menos eu entendo o futebol, sobretudo o brasileiro: depois do pragmático Dunga, Mano assumiu com um histórico vencedor; Ganso e Neymar, ausências sentidas na última Copa, foram alçados a titulares absolutos; e, para a crítica de que o Brasil estava muito defensivo, a seleção passou a ser escalada com três atacantes. Em teoria, mudanças suficientes para voltar a fazer do Brasil a melhor seleção do mundo. Na prática, resultados pífios que deixam os torcedores assustados com a nossa participação na Copa de 2014. É verdade que ainda existe muito tempo para a seleção crescer, mas o que preocupa é que, para mim, o problema não está dentro de campo. A seleção só vai voltar a ser o Brasil que queremos se o grupo tiver o comprometimento que a “Família Scolari” teve em 2002 ou a garra que os nossos meninos do vôlei têm, mesmo quando perdem. Por ora, vou torcer para o Uruguai, assim como já fiz na última Copa. Nada contra a Celeste, mas confesso que estou ficando um pouco cansado de ter que pegar uma seleção emprestada para poder comemorar.
Hasta la Vista Baby
Fico sempre com dó quando a equipe da casa abandona precocemente uma competição, mas quando a seleção eliminada é a Argentina este lamento passa rapidinho... Além do mais, é muito bom ver o ressurgimento do Uruguai, primeiro campeão de uma Copa, em 1930, e que encantou o mundo com a “Celeste Olímpica”. Num espetáculo digno de uma final, o protagonista não foi nem Messi – o pequeno grande maior jogador da atualidade -, nem Forlán – o craque da última Copa. No estádio de Santa Fé, o responsável pelo milagre do dia foi o goleiro uruguaio Muslera. Numa dupla defesa “impossível” no último minuto do jogo, Muslera garantiu o empate. Já na decisão por pênaltis, manteve o sangue frio para defender o chute de Tevez que, assim como Messi, não disse muito a que veio e, nem vai dizer mais, pelo menos não nesta Copa América! Mas, embora eu adore tirar sarro de los hermanos, não é bom se empolgar muito, pois domingo está chegando e ainda tem um Brasil X Paraguai... Só depois do jogo e, se com uma convincente vitória brasileira, é que poderemos cantar uma musiquinha para os nossos vizinhos: “Não chores por Messi Argentina...”
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