O ano pós-Olimpíadas é naturalmente parado.
Depois de quinze dias de multicompetições, em que os atletas dão o seu máximo
(e, de certa forma, eu também para conseguir acompanhar tudo), é legítimo que
eles tenham um período de descanso, hora de redefinir o planejamento e já olhar
para o novo ciclo olímpico que se inicia. Entendo que eles precisam e merecem
este tempo, mas confesso que esta época de calmaria me deixa meio macambúzio. Dá
uma melancolia rodar pelos canais de esporte e só ver partidas de futebol, mas
aos poucos a minha “abstinência olímpica” vai acabando. Já teve os Mundiais de
Atletismo e Esportes Aquáticos e agora esta semana promete: começou com a
inédita prata de Yane Marques no Mundial de Pentatlo e ainda tem o Mundial de
Judô aqui no Brasil, as finais do Grand Prix de Vôlei Feminino e o início da
Copa América de Basquete Masculino. Se o calendário deste ano é “folgado”, alguém
pode se questionar se precisava ter tantas competições importantes na mesma
semana? Com certeza. Afinal, uma derrota numa modalidade aqui é compensada com
uma vitória acolá. A lágrima pela medalha que não veio hoje se transforma em
alegria pela façanha inédita amanhã e assim por diante. Enfim, fica o convite
para acompanhar de perto esta semana, verdadeiro lampejo olímpico para quem
estava com saudades.
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