quarta-feira, 27 de julho de 2011

Nada como a experiência

Em 2009, Felipe França chegou ao Mundial de Roma como recordista mundial e grande favorito nos 50m peito. Na final da prova, Felipe acabou – como diz a minha esposa – “ganhando” a prata ao ser superado pelo sul-africano Cameron Van Der Burgh. Dois anos depois, vem o Mundial da China e a história se inverte: o cara a ser batido passa a ser Der Burgh. Parece que Felipe não se importou em deixar de ser o favorito, muito pelo contrário. Hoje na final em Xangai, Felipe chegou quieto, com o já tradicional fone de ouvido e olhou para a piscina com um olhar fixo: a partir dali, parece que ele não enxergava mais nenhum adversário. A disputa passava a ser com ele mesmo. Desde a largada, movimentos precisos para, 27 segundos depois, soltar o grito que ficou guardado dois anos. Parabéns Felipe, França no nome, mas Brasil no coração.

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