O Brasil garantiu hoje vaga em duas finais no Mundial de Xangai: nos 100m livre com o Cesar Cielo e nos 200m medley com Thiago Pereira. A coincidência que ligou as duas provas é que tanto Cielo, quanto Thiago ficaram até os últimos metros na briga por medalhas, mas no finalzinho acabaram ficando fora do pódio – no caso de Cielo foi apenas por um centésimo. É lógico que nem o torcedor, muito menos o atleta, quer perder uma medalha no Mundial por detalhe, mas, como disse ontem no texto do Felipe França, tudo vale como experiência. Mesmo sem medalhas hoje, o Brasil já faz a campanha mais áurea da história. O que une os três ouros conquistados até aqui – maratona aquática de 25km com Ana Marcela, 50m borboleta com Cielo e 50m peito com Felipe – é que todas as provas não fazem parte do programa olímpico. É uma coincidência não tão boa assim, mas que não tira em nada o mérito dos nossos atletas vencedores.
Fim do suspense
Desde o final de 2009, duas perguntas dominavam o mundo da natação: quando e quem seria o primeiro a bater um recorde mundial depois da proibição do uso dos supermaiôs? A resposta veio hoje: o norte-americano Ryan Locthe nos 200m medley, prova que contava com ninguém menos que Michael Phelps. Feito simplesmente fantástico!
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