O Fluminense começou a última rodada da primeira fase da Libertadores com apenas 8% de chance de seguir na competição em busca do título inédito. Se na teoria matemática, a missão era para lá de difícil, na prática futebolística era impossível: o atual campeão brasileiro tinha que vencer na Argentina um adversário local por mais de dois gols e ainda assim não seria suficiente se o Nacional, que jogava com o apoio da sua torcida no Uruguai, ganhasse o seu confronto. Acontece que todas as probalidades foram conjugadas no passado e esporte é ação que se consolida no presente. No final do jogo, um pênalti a favor do time carioca deixou em aberto uma importante página da história do clube, que foi escrita com muita - mas muita mesmo – emoção, resumida em homérico final feliz. O Flu não ganhou nenhum campeonato, mas nem precisa: o “Time de Guerreiros” já conquistou o coração e o respeito de todos. Muito ainda se deve falar da heróica participação destes brasileiros, mas não foi o Flu o grande vencedor da noite. O destaque máximo fica com o esporte, que mais uma vez mostra que na vida não há limite, quando se sonha e luta coletivamente. Num mundo de tantas guerras, parabenizo estes guerreiros do bem, parafraseando o refrão do eterno hino de Geraldo Vandré.
"Ei, o Flu não vai embora
Ele não sei deixa abater
O time faz a hora
Não espera acontecer..."
Parabéns e sucesso...
ResponderExcluirRealmente o esporte é uma disciplina, um ritmo que deve nos servir de exemplo. Seu blog nos dá vontade de aprender mais com o esporte...
Bete