Se o dia começou ótimo com as nossas meninas
do vôlei dando um show em quadra, o brilho do entardecer veio do tatame. Por
muito pouco, mas muito pouco, não encerramos o Mundial do Judô com um ouro da
equipe feminina, mas não tem problema - perder para o Japão nas lutas é o mesmo que perder para os EUA no basquete. Ou seja, é uma prata para fechar com chave de
ouro a campanha das nossas “poderosas”. Se no masculino tivemos apenas uma
medalha de prata (Rafael Silva), no feminino, além da prata de hoje, a lista
inclui um ouro (Rafaela Silva), duas pratas (Érika Miranda e Suelen Altheman) e
dois bronzes (Sarah Menezes e Mayra Aguiar). Resultado de um projeto sólido e
de muita persistência. Sabemos as dificuldades que as mulheres enfrentam em
diversas áreas. Então, chegar nesta equipe sólida, que não tem uma
protagonista, mas sim um grupo homogêneo de encher os olhos.
Hoje os homens têm que se render ao charme feminino. Acordamos felizes com o
vôlei e dormimos extasiados com nossas judocas.
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