No início da temporada todos apostavam que a
reformulação total do Franca Basquete estava no caminho certo, mas que os
primeiros grandes resultados aconteceriam em três, quatro anos. De repente, a
garotada foi tão bem que a torcida francana passou a acreditar num sucesso
imediato e realmente o time teve chance reais de passar para a semifinal e, com
a eliminação surpreendente do Brasília, quem sabe até para a grande final. Mas
a verdade é que, esquecendo o jogo de hoje e fazendo uma análise fria, Franca
foi bem demais. Sem falar que Bauru, há tempos, merece esta oportunidade pelo
trabalho sólido e persistente liderado pelo Guerrinha. Ao contrário da
temporada passada, Franca se despede neste ano com uma base a ser mantida. Agora,
a diretoria vai ter que mostrar serviço para segurar os jogadores que, com
certeza, saem deste NBB valorizados. Além de manter esta base, seria perfeito
duas contratações certeiras: um “matador” (Franca ainda não tem o cara que desequilibra
no ataque) na posição 2 ou 3 e um “xerife” no garrafão. Mas isso com certeza já
está sendo arquitetado pelo brilhante Lula, que sem dúvida voltou em grande
estilo. Bom, Franca se despede hoje, mas Flamengo, Uberlândia, Bauru e São José
ainda têm muita lenha para queimar numa eletrizante semifinal. Falar qualquer
coisa nesta etapa é muito arriscado, mas meu palpite (na verdade minha torcida)
fica com São José.
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