Em primeiro lugar, parabenizo o Hélio Rubens pela sábia decisão de ir em busca do merecido descanso. Ressalto o que já disse no último texto: ídolo é ídolo porque sabe, inclusive, a hora de parar. Na certeza do dever cumprido, obrigado, obrigado e obrigado, Hélio. Em relação ao processo de recomeço do basquete francano, algumas ponderações: fiquei muito feliz com a presença do Edu Mineiro na nova diretoria. Com tantos ex-jogadores radicados na cidade, acho fundamental essa participação nos bastidores de quem vivenciou muita coisa em quadra. Em relação ao novo técnico, eu, particularmente, preferia alguém ligado à escola francana, mas não se pode dizer que o Lula Ferreira é uma má opção. Com certeza é um profissional de muita qualidade. Além do mais, o período que passou na gestão do NBB ajudou, e muito, para afastar a rivalidade do período do COC/Ribeirão. Mais do que a escolha do novo técnico, o fundamental é a escolha do novo time. Se o Lula vier com uma proposta de realmente começar do zero com atletas jovens, tem tudo para dar certo, principalmente a médio prazo. Agora, se quiser trazer seus “homens de confiança”, como Nezinho e Alex, será complicado. Não há o que se falar da qualidade técnica deste grupo, haja vista a conquista do tricampeonato de Brasília no último final de semana. Mas se é para ser um recomeço não se pode partir de uma história que já tem início, meio e quase fim. Bem vindo a Franca e tudo novo, de novo, Lula!
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